Em 35 anos como sócia-fundadora e diretora da Companhia de Idiomas e, mais recentemente, da Verbify, já tive muitas conversas difíceis sobre performance com pessoas do meu time.
Hoje vejo que, quando criei a empresa com a Ligia Crispino, eu era jovem (22 anos) e imatura demais pro desafio. O medo aciona em nós o mecanismo da “luta, fuga, paralisia”, e parece que minha amígdala cortical escolhia a luta, por falta de opção (não podia fugir, não podia não fazer nada). Foram anos difíceis. Aí, fui migrando da irritação para a omissão. Me tornei boazinha, leniente e mais fraca do que a empresa precisava em uma líder. Ganhei saúde emocional, mas perdi um pouco de mim. Hoje tento trilhar o caminho do meio, entre a agressividade e a omissão – a assertividade. Reencontrei meu foco, meu papel, meu compromisso com resultados – mas entendi que consigo isso através da minha capacidade de me conectar com as pessoas ao meu redor.
Dizer o que precisa ser dito, com afeto.
Listei aqui 04 aprendizados sobre conversas difíceis relacionadas à performance, sempre com uma pergunta de reflexão.
Se quiser responder alguma delas diretamente para mim, vou gostar de trocar experiências com você. Meu contato está no final deste artigo.
- Clareza de expectativas antes de cobrança
Nenhuma conversa de performance funciona sem expectativas claras, específicas e compreendidas pelas duas partes.
Hoje, meus liderados sabem exatamente o que é esperado deles — ou apenas o que não pode dar errado?
- Objetivos alinhados à estratégia, não apenas à tarefa
Os objetivos ganham sentido quando estão conectados ao que causa maior impacto na empresa.
Eu consigo explicar como o objetivo da minha equipe contribui para os objetivos estratégicos da empresa?
- Construção conjunta de metas S.M.A.R.T.
Metas S.M.A.R.T (específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e temporais) você já deve conhecer. E é mais fácil alguém construir e a gente comunicar pras pessoas. A questão é que metas impostas geram resistência, e metas construídas geram compromisso. Co-construir dá trabalho, mas é um excelente investimento na conexão entre você e a pessoa liderada, e investimento nos resultados.
Eu construo objetivos com o time, ou apenas comunico decisões prontas?
- Recursos e apoio fazem parte da conversa de performance
Cobrar resultados, sem refletir com a pessoa sobre os recursos necessário para que aquela pessoa alcance os resultados, gera frustração e desengajamento. E esse processo de frustração e desengajamento pode ser gradual, inconsciente, sorrateiro. Nem a própria pessoa percebe, às vezes. Mas acontece.
Quando cobro resultados, também pergunto de que apoio ou recurso a pessoa precisa?
Tem muito mais aprendizados e reflexões sobre conversas difíceis e performance, mas vou deixar para os próximos artigo! Aqui na Verbify, treinamos pessoas, facilitando conversas de forma criativa, leve, reflexiva e profunda – promovemos Transformação e não só Informação. Para saber mais, fale com a gente:
Área Comercial:
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Rose Souza
sócia-fundadora e diretora da Verbify e da Companhia de Idiomas
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